Segunda-feira, Julho 11

Rafinha Bastos: MP pede abertura de inquérito por piada sobre estupro

Fonte: Comunique-se


O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu abertura de inquérito policial contra o apresentador e humorista Rafinha Bastos, do programa "CQC", da TV Bandeirantes, para apurar suposta incitação e apologia ao crime após uma “piada” sobre estupro, informa a Folha de S. Paulo desta sexta-feira (8/7).

As declarações foram feitas por Bastos em seu show de comédia stand-up e reproduzidas na revista "Rolling Stone" de maio. "Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra Caral.. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade. Homem que fez isso (estupro) não merece cadeia, merece um abraço", disse na ocasião.

Estupro e apologia ao crime
Segundo o jornal, o caso será enviado à 3ª Delegacia Seccional da capital paulista na segunda. Caso seja condenado, Rafinha Bastos pode pegar de três a seis meses de prisão por incitar estupro e, pelo mesmo período, por apologia ao crime.

O pedido foi feito pela promotora de Justiça Valéria Diez Scarance Fernandes, coordenadora do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar.
"O estupro é um crime. O estuprador é um criminoso que deve ser punido e não publicamente incentivado", alega.

A reclamação para a solicitação de abertura de inquérito partiu da representação feita à Promotoria pela coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher, órgão vinculado à Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Thais Helena Costa Nader.

Em resposta à Folha, Bastos declarou apenas que faz seu trabalho de humor.

Convite para 'visitar' uma Delegacia da Mulher
No último mês, a presidente do Conselho Estadual da Condição Feminina São Paulo (CECF), delegada Rose Corrêa, disse em entrevista ao Comunique-se que se dispõe a esclarecer e orientar o humorista do CQC a respeito do trauma causado pelo estupro a uma mulher, após o humorista ter feito uma 'piada' sobre o crime.

“Se ele nunca viu o estado que uma mulher fica depois de ter sido estuprada, eu me disponho a levá-lo em qualquer Delegacia de Proteção à Mulher para que ele veja de perto o que é isso, como é isso e não faça piadas com um assunto tão delicado.”

Na ocasião, Bastos respondeu o seguinte:“Se os comediantes tiverem que responder por toda piada que fazem, não vão ter tempo pra mais nada na vida. Nem pra fazer comédia".

Marcadores:

Quinta-feira, Julho 7

Branding e Essência de Marca – Meio&Mensagem

por Ricardo Guimarães (Presidente da Thymus)

Acho que a Essência da Marca é talvez a contribuição mais polêmica que o Branding trouxe para gestão das empresas, tanto do ponto de vista de conteúdo como de processo. E isso tem rendido animadas discussões com os mestres e consultores tradicionais de planejamento estratégico, de change management e desenvolvimento e cultura organizacionais. Nossa experiência diz que uma boa Essência de Marca é um pensamento inspirador capaz de atrair e mobilizar pessoas, não importa a relação que elas tenham com a empresa. Não se trata de uma aspiração que estabelece Metas como porte, rentabilidade, regiões e prazos. Ter Metas foi suficiente para fazer um bom planejamento enquanto a estabilidade e a previsibilidade do cenário garantiam os combinados do plano.

Mas, na medida em que a mudança vem se instalando no cenário como regra, a Meta deixou de ser suficiente para dar o Norte para a organização. E se descobriu que Meta é Meta e Norte é Norte. Aprendi essa diferença com velejadores: Meta se atinge, Norte não; Meta se negocia, Norte não. O Norte é referência para escolher o melhor percurso em águas agitadas e em viagens noturnas, situações em que a competência para lidar com o invisível e o intangível define quem fica no meio do caminho e quem chega ao destino.

Em geral, a Essência da Marca tem a natureza de uma crença relevante para as pessoas que se envolvem com a empresa e definem o jeito de cumprir as Metas. É uma opinião que define uma visão de mundo ou do negócio, por isso muitas empresas a chamam de Visão (1ª polêmica: a Visão tradicional na verdade é uma aspiração ou um longo texto descritivo da empresa no futuro. Gente muito boa defende essa posição. O Branding não faz assim). Gosto muito da Visão da Apple: O homem não deve se submeter às maquinas. Que se complementa com a Missão: Fazer máquinas cada vez mais fáceis de usar. E com os Valores: Simplicidade, Beleza e Diversão. Essa é a Essência Apple. Não é uma estratégia de mercado. É um jeito de ver o negócio e de atuar no mercado. Não importa o público nem o mercado nem a tecnologia, Apple pensa e age simples, bonito e divertido. E com isso cria a Cultura da Marca, que nasce como Cultura Organizacional dentro da empresa, mas que vive e ganha valor fora da empresa, na medida em que todo o seu ecossistema a julga boa e a adota como dele (2ª polêmica: os especialistas em cultura organizacional pressupõem a empresa como sistema fechado, por isso não aceitam a Cultura da Marca que vê a empresa como sistema aberto - vide R. Solomon). A gestão da Cultura da Marca gera percepção de valor não só dos produtos e serviços da empresa, mas também das competências e atitudes da organização, sugerindo garantias de entregas futuras e, consequentemente, impactando seu valor de mercado. Dai o absurdo valor de mercado da Apple, que não cai nem quando seus lançamentos fracassam. Aliás, isso é típico: quando a Marca é respeitada e querida, o mercado não a pune por seus erros porque sabe que são acidentes de percurso naturais de uma cultura consistente, inovadora e respeitosa e não negligência, incompetência ou falta de consideração.

O importante de uma Essência de Marca é que ela seja um norte atraente e inspirador. Não importa se chama de Visão e Missão; Crenças e Propósito; Manifesto; Compromisso e Valores; o importante é que defina um jeito de pensar e agir que dê autonomia para seus gestores que, ao cumprir a Meta, tenham construído também uma cultura percebida como de valor por todos os integrantes do seu ecossistema.

O segundo foco de discussões é o processo para se obter a Essência da Marca. O texto já está pronto mas não cabe neste espaço. Fica para a próxima. Até.

Marcadores:

Terça-feira, Julho 5

Empresas adotam políticas de mídias sociais para funcionários

05/07/2011 - 07h35
FONTE: FOLHA DE S.PAULO

O conteúdo postado por um profissional em uma rede social pode marcar negativamente a reputação da empresa onde ele trabalha. "[Nessas mídias] o [lado] profissional e o pessoal costumam se misturar", afirma Ricardo Cesar, sócio-diretor da Agência Ideal, que presta serviço de relações públicas em sites de relacionamento. Por isso, as empresas têm adotado políticas específicas e orientado seus funcionários sobre a conduta nesses sites.

A primeira recomendação é que não se fale em nome da organização. "Tivemos o caso de um funcionário que respondeu pessoalmente o comentário de um cliente em uma das redes", comenta Marcelo dos Santos, diretor de marketing da Totvs.

Ele diz que a situação foi contornada e que a empresa reforçou o alerta de que os funcionários devem encaminhar esse tipo de caso ao departamento competente.

A orientação é a mesma na agência de publicidade DM9DDB.
"Ressaltamos que deve haver cuidado ao escrever sobre uma marca, pois os publicitários nunca sabem com que marcas vão trabalhar no futuro", afirma a diretora de comunicação corporativa Lana Pinheiro.

A precaução vale para mensagens sobre outros assuntos. "Procuramos conscientizar os colaboradores de que essas redes são ambientes abertos, públicos e de que o conteúdo postado não é descartável", comenta René de Paula, responsável pela política de mídias sociais da Locaweb.

A fornecedora de serviços de internet teve problemas no ano passado, quando um de seus funcionários criticou os torcedores de um time de futebol do qual a empresa era patrocinadora. O colaborador foi demitido e, meses depois, recontratado. A empresa não comenta o tema.

Menção à empresa
O escritório de advocacia Peixoto e Cury também entrou no noticiário por causa do comentário de uma estagiária no Twitter, que foi considerado xenófobo.

A medida tomada foi solicitar que os funcionários não mencionem nas redes o nome do escritório como empregador. Assim, segundo o sócio Antonio Carlos Aguiar, eles ficam livres para usar os sites como quiserem.
Adotar políticas, no entanto, não é suficiente. É preciso reforçá-las constantemente, assinala Mario Faria, consultor e professor de marketing e estratégia da Business School São Paulo.

Os comunicados devem ser feitos por diversos meios. Na fábrica de móveis Meu Móvel de Madeira, eles são realizados pelo próprio Facebook. "Criamos um grupo fechado no site para a comunicação interna", afirma o diretor Ronald Heinrichs.

Quem trabalha lá tem liberdade para utilizar as redes sociais como preferir, segundo o executivo.

Quanto ao conteúdo, Ronald diz que a conduta ética é esperada dos funcionários. "Para serem contratados, eles devem compartilham dos valores da empresa", afirma. A única orientação é a de não falar em nome da organização.

Confidencialidade

Outra questão tratada pelas políticas de mídias sociais são as cláusulas de confidencialidade. "Pedimos que não seja divulgado o fechamento de um contrato antes de isso se tornar oficial", ressalta Thiago Furtado, analista de marketing da Sofftek Brasil, de tecnologia da informação.

Na DM9DDB, a recomendação é a mesma. "Uma vez que a informação está nos canais oficiais, o funcionário pode compartilhar - inclusive escrevendo com suas próprias palavras", afirma Pinheiro.

Na Intel, fabricante de processadores, as questões sigilosas são regidas por uma única política, que abrange todos os meios de comunicação. "Damos treinamento aos funcionários para que eles saibam como tratar cada tipo de informação", comenta Cassio Tietê, diretor de marketing.
Orientaçõs sobre mídias sociais

Para a empresa
1.Estabeleça políticas claras para condutas de funcionários nas mídias sociais
2.Comunique as políticas várias vezes
3.Aproveite casos reais para dar exemplos do que fazer e, principalmente, do que não fazer
4.Assegure informações confidenciais com cláusulas específicas
5.Solicite aos funcionários não falar em nome da empresa - nem que eles estejam defendendo-a de ataques de terceiros
6.Se isso acontecer, intervenha o mais rápido possível
7.Não entre em confronto com clientes, usuários de fóruns e outros meios. Esclareça a situação, quando necessário, de maneira neutra
Para os funcionários
1.Não trate nas redes sociais de assuntos internos da empresa
2.Não fale mal da empresa, do chefe, de clientes ou do concorrente do seu empregador
3.Antes de criticar alguma marca, reflita se o comentário pode impactar seu futuro profissional
4.Evite comentários que possam dar margem a interpretações
5.Evite brincadeiras que possam ser interpretadas como preconceito ou mau gosto

Marcadores:

Segunda-feira, Julho 4

Dica: Carreira Profissional

A matéria é interessante e dá boas dicas sobre como escrever e-mails de despedida de colegas de trabalho e fornecedores.

>> Do clichê ao drama. E-mails de despedida fazem história nas empresas

Dando uma procurada rápida, também encontrei esta outra matéria aqui, um pouco antiga, que fala sobre o mesmo tema:

>> Vai sair da empresa? Veja dicas para não errar no e-mail de despedida

Marcadores:

Coisas não tão boas da vida

Esquecer a carteira em casa e ter que voltar para buscar em uma segunda-feira de chuva = não tem preço!

Sexta-feira, Julho 2

Matemática da Copa! Bem interessante!

O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994. Antes disso, sua última conquista do título foi em 1970.
Se você somar 1970 + 1994 = 3964

A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes disso, só em 1978.
Somando 1978 + 1986 = 3964

Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando 1990 + 1974 = 3964

Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa do mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962! Conferindo: 3964 -2002 = 1962
E o ganhador da copa em 1962 foi o Brasil!

Realmente, a numerologia parece funcionar...

E quem venceria a copa do mundo de 2010 na África do Sul?
Resposta: 3964 - 2010 = 1954
E quem ganhou em 1954? Alemanha!

Ui!! Será mesmo???????

Segunda-feira, Setembro 22

Olá, primavera!


Quinta-feira, Agosto 21

Sessão: Você não pode deixar de ver!

Will Ferrell cria site de vídeos cômicos e transforma menina de 2 anos em hit

A pequena Pearl brilha ao cobrar o aluguel do comediante. História já foi vista mais de 55 milhões de vezes

Uma loirinha de uns dois anos de idade bate à porta de Will Ferrell e, cheia de atitude, diz aos berros “Cadê o aluguel? Você tem que pagar agora”. Em pouco mais de dois minutos, segue-se um diálogo nonsense em que a baixinha, cheia de atitude, xinga Ferrell enquanto cobra seu dinheiro e sai de cena com uma garrafa de cerveja na mão.

O vídeo, “The Landlord” (Senhorio, na tradução para o português), foi visto mais de 55 milhões de vezes em quase um ano e tornou-se hit no site Funny or Die , fundado por Ferrell e Adam McKay, seu parceiro dos tempos de “Saturday Night Live” e pai de Pearl, a menina em questão. O sucesso de “The Landlord” pode ser medido não só pelo número de vezes que ele foi assistido, mas por seus desdobramentos. Ferrell e McKay fizeram vídeos mostrando a dificuldade que foi gravar com uma mocinha tão pequena e um outro em que, entre várias piadas, comentam os critérios de edição e os percalços da filmagem. Além disso, o vídeo foi legendado em algumas línguas (não tem em português, mas tem em espanhol ) e ainda deu origem a vários outros criados por internautas. Isso porque o site de Ferrell é integrante da rede de relacionamentos sociais na internet. Embora tenha sido fundado pelos dois comediantes, que o abastecem com vídeos, também conta com dezenas de contribuições de anônimos. São eles, por exemplo, que contam por que Pearl tem problemas de relacionamento com seu inquilino e fazem até paródias de “The Landlord” com o próprio filho.

Para ver a matéria completa, clique aqui.

Marcadores: ,

Segunda-feira, Outubro 30

Cartão amarelo para jornalistas esportivos

Futebol e amadores. Assim fica dividida a editoria de Esportes nos meios de comunicação brasileiros. Mesmo já bastante profissionalizados, todos os outros esportes recebem este rótulo. Não que a intenção seja concorrer diretamente com a paixão nacional do brasileiro, mas o simples apelido dentro das redações demonstra a importância dada a estes esportes e o espaço dedicado a eles.

Sempre dissociados, os profissionais que cobrem futebol têm uma rotina diferenciada dos que noticiam os amadores. “Os repórteres que cobrem futebol normalmente adaptam sua rotina à do clube. Repórteres de outros esportes ficam mais na redação, cumprindo um horário mais regular. Repórteres que cuidam de bastidores trabalham por telefone no horário de expediente e contatam as fontes pessoalmente fora desse horário”, explica o editor do jornal Lance, Marcelo Damato.

Quando os outros esportes recebem destaque é sinal de que alguma coisa extraordinária aconteceu ou foi criado um novo pop star. “Foi o que aconteceu com a Daiane dos Santos”, lembra Martha Esteves, repórter especial de O Dia.

Não só especialista em futebol, os jornalistas dos grandes meios de comunicação ainda são mais especializados. Chamado de setorista, cada profissional fica responsável por noticiar apenas um clube durante um longo período. Esta sazonalidade varia de empresa a empresa, mas é de, geralmente, um ano. E o resultado disso é: acomodação. O jornalista já sabe para onde vai todo dia, quem vai encontrar, com quem vai falar. “Alguns repórteres setoristas – que cobrem o dia-a-dia (e, em alguns casos, até a madrugada-madrugada dos elencos) –, não raro ficam de costas para os treinos e coletivos dos times. Não vêem as movimentações, as alterações táticas. Ou, quando vêem, não enxergam. Não prestam atenção. Ou não têm a atenção devida para visualizar a formação das equipes. Para não dizer que não têm cultura tática para interpretá-la. Não têm porque não querem. Porque o chefe não cobrou. E nem vai pagar para tanto”, critica o comentarista da Rádio Bandeirantes Mauro Beting.

O desafio, para Martha, é tirar leite de pedra e buscar fazer algo novo todos os dias. Para ela, nessa tarefa rotineira de clubes, as mulheres têm vantagem. “Nós somos observadoras e isso faz a diferença. Por exemplo, na semana passada o Renato do Flamengo fez o gol da vitória. Quando fui entrevistá-lo notei que o cabelo dele estava maior. Resolvi perguntar se ele ia deixar crescer, se era seu novo estilo. E ele me confessou que tinha feito uma promessa de só cortar o cabelo se o Flamengo fosse campeão. Só eu tive esta informação”.

Fontes
Basta observar a realidade de hoje. Todo atleta tem assessor, todo clube, federação, confederação, dirigente tem também. Se o jornalista optar por somente ouvi-los, não vai conseguir uma informação diferente de qualquer outro profissional. O desafio é não virar refém.

“No futebol, as grandes fontes não são as estrelas. Não adianta, eles não vão te dar um furo se você não for da Globo. O ideal é colar no terceiro goleiro. Na hora de uma confusão é ele que vai te soltar alguma bomba”, conta Martha.

Mercado
Para uns, está em crescimento. Para outros, estagnado. Nem mesmo os profissionais que trabalham com jornalismo esportivo todos os dias sabem ao certo definir. O fato é que de duas décadas para cá surgiram mais meios especializados, como o SporTV e o Lance, para mexer com o mercado.

“O mercado é um dos que mais tem crescido no Brasil. Mas a qualidade média dos jornalistas poderia ser bem melhor. Os jovens repórteres tendem a repetir as práticas dos mais experientes sem questioná-las, o que nem sempre é a melhor escolha. Por exemplo, embora a legislação esportiva seja muito reduzida e seja muito importante para o funcionamento do esporte, não mais do que meia dúzia de jornalistas no Brasil dedicou-se a conhecê-la”, alerta Damato.

O público
Escrever sobre a paixão nacional do brasileiro é uma missão trabalhosa. Erros nunca passam despercebidos. “O único jeito é não esquecer que o torcedor é um ser irracional e, portanto, passional. Não tentar convencê-lo é fundamental”, alerta o colunista Juca Kfouri. “Eles não aturam informação errada, e estão sempre a corrigir eventuais falhas da redação. São muito bem informados. E odeiam clubismos”, conta Maurício Ribeiro Barros, editor da Placar.

Fora que os leitores estão sempre questionando a imparcialidade do jornalista. Kfouri nunca negou que é corinthiano roxo, mas ele respeita os profissionais que optam por não divulgar seu time de coração. “Diante da ferocidade que tomou conta dos torcedores nas últimas duas décadas, respeito. E quem deixa o coração influenciar a cabeça é ruim dela".

"Em um velório, o torcedor já me encosta no caixão perguntando qual o meu time, ou já vai me vestindo uma camisa de um clube, e cobrando aquele pênalti que achei que foi, há dois anos e meio. O problema é que o nosso cliente é torcedor. Devemos ser isentos, imparciais e objetivos.
Mas o nosso público é parcial, passional e subjetivo. Não tolera deslizes e não quer ouvir o que falamos. Ou lê já com partido tomado”, conta Beting, que também não esconde que é palmeirense de coração.


Grandes eventos
No Jornalismo Esportivo, existem pelo menos duas grandes coberturas de nível mundial: a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. Para os jornalistas que vão e para os que ficam a rotina é de trabalho 24h por dia.

“Para quem não vai é muito ruim. As folgas são suspensas e só restam as pautas mais chatas de cobrir, normalmente a família do atleta ou os torcedores nas ruas. Quem fica trabalha tanto quanto, mas não ganha diária”, conta Martha.

Imagem x conteúdo
O trabalho do repórter-fotográfico esportivo é de não perder um lance. Ver a partida através da lente e estar ligado em tudo que acontece. Uma preparação que exige técnica e feeling. Para cada tipo de jogo é necessário utilizar uma lente específica. Na opinião do fotógrafo do Estadão Jonne Roriz o tênis é o esporte que exige mais técnica. “Imagine que uma bola de tênis está a 170 km/h. Se bem me lembro o chute mais rápido é do Roberto Carlos e não chega a 80km/h”.

A integração entre o repórter e o fotógrafo nem sempre é como deveria ser. Já que um depende do outro é mais do que esperado que eles interajam sempre durante a partida. “É o ideal, mas nem sempre acontece”, conta Roriz.

Ele procurou o diferencial
Ele já tentou subiu o Everest, já dormiu em frente às câmeras pendurado no Pão de Açúcar. Para muitos, ele é o repórter dos esportes radicais. Já ele se considera o jornalista dos esportes ao ar livre, do jornalismo em condições extremas. Clayton Conservani, repórter da TV Globo, conta, em entrevista a repórter Mariana Wirtzbiki, como é noticiar uma aventura, como suas pautas são planejadas e o que ele pensa da profissão.

C-se – O que você mais gosta na profissão?

Clayton Conservani
- Levar o telespectador a lugares que dificilmente ele conseguiria ir. Um lugar que dificilmente você vai passar as férias com a família. Ninguém vai escalar o Everest com os filhos. É isso que me dá mais prazer dentro da profissão e que me dá destaque nas matérias e na própria TV Globo. As pessoas esperam isso de mim. Enquanto do Eric Faria todo mundo espera uma ótima cobertura de futebol.

C-se – Como você escolhe as suas pautas? Quem as propõe?

Clayton Conservani -
Os projetos partem de mim, a Globo pouco me pauta. Eu vou nos sites, ligo e tento descobrir o que de mais mirabolante as pessoas estão fazendo por aí. Geralmente os próprios esportistas me procuram, principalmente quando é um esporte assim, extremo, porque eles sabem que nenhum outro repórter no Brasil vai fazer.

Mas isso não vem de graça. Eu sei velejar, mergulhar, escalar, e me preparo para isso diariamente, correndo 10 quilômetros por dia, pedalando, nadando. Eu me obrigo a ter um condicionamento de atleta.

C-se – Você se considera atuando em uma profissão de risco?

Clayton Conservani -
Eu não me sinto correndo riscos. Eu procuro fazer com a maior segurança possível. No Everest, fiz tudo dentro dos padrões de seguranças aceitáveis. Senti dores de cabeça, mas que estavam dentro do suportável e voltei quando atingi o meu limite.

Mas é claro, tem horas que eu corro riscos porque tenho noção de que quanto mais alto eu for, melhor a história que eu vou contar e isso me motiva muito. Acho muito monótono ficar no dia-a-dia do jornalismo esportivo. Então eu prefiro morrer com 50 anos acelerando do que com 90 e o pé no freio.

C-se - Você tem ídolos? Profissionais nos quais você se espelhou?

Clayton Conservani
- Na verdade quando eu era mais novo sempre fui muito fã do Francisco José, e suas matérias de mergulho. Sempre quis fazer algo parecido. Também tem um outro jornalista, o John Krakauer. Ele lançou um best-seller em 96 sobre uma expedição no Everest em que morreram oito pessoas. Mas também tenho muito orgulho de mim como profissional, acho que meu trabalho é pioneiro. E eu faço porque gosto e não para ter reconhecimento.

C-se – Você considera suficiente o espaço destinado aos esportes amadores?

Clayton Conservani -
Está aumentando cada vez mais. E a aceitação do publico é muito boa. Pelo menos as minhas matérias sempre dão audiência e aumentam o Ibope. O ser humano gosta de ver uma pessoa como ele se aventurando. Eu não sou um superesportista e, por isso, o público se identifica. Fora que toda aventura tem momentos dramáticos e eu me obrigo a continuar gravando mesmo na roubada.

C-se – Quem é o cinegrafista das suas matérias?

Clayton Conservani -
Geralmente vou sozinho, sem cinegrafista. Mas tem sempre um montanhista que tem noções de filmagem. E esta não é uma decisão só minha, a TV Globo também não deixa. É arriscado demais.

C-se - Qual a principal dificuldade que você encontra nas suas matérias?

Clayton Conservani -
É praticar o jornalismo em situações superadversas. Explodindo de dor de cabeça mas buscando a notícia. Agora a essência do jornalismo é a mesma em qualquer situação. É ver o que tem de melhor na história e ver o que tem de notícia naquele momento.

C-se - O que faz de um profissional um bom jornalista esportivo?

Clayton Conservani -
O faro. Independe da tecnologia. Um bom jornalista não depende do material que ele usa. Ele tem que sair e farejar a boa matéria, os elementos essenciais de uma boa história. O bom jornalista é aquele que sabe contar uma boa história. E claro, você ter fontes. Saber onde conseguir boas histórias.

C-se - Como é a rotina de um repórter que cobre exclusivamente esportes?

Clayton Conservani -
É chegar à redação, ligar para os clubes, pesquisar, saber trabalhar bem com arquivos. É um trabalho primeiro na redação de pesquisa e para quando for a campo estar bem informado, com dados e bagagens de quem são os personagens daquela partida.
Conhecer cada elemento do jogo que está acontecendo. E na hora que está em campo, estar ligado no jogo e atento a tudo que está acontecendo no estádio. Não dá pra ficar mascando chiclete num cantinho pensando na namorada, porque a notícia não volta. E isso vale pra qualquer esporte.

Às vezes a melhor história não está no cara que vence. Como foi o caso daquela maratonista suíça chegando toda torta na linha de chegada. Ela foi a última mas mostrou espírito olímpico.

C-se - Para os estudantes que sonham com uma carreira dentro do jornalismo esportivo, qual a sua dica?

Clayton Conservani -
Leitura. Muita leitura. Acompanhar tudo. Acordar de manhã e ler todos os jornais do dia. Ser um aluno bem informado. Não dá para esperar se formar para começar a pesquisar e se preparar. Ser tão informado quanto os caras que estão debatendo sobre esporte na televisão
.

Quinta-feira, Outubro 26

Na rua, na chuva, em casa ou no trabalho


Seja na casinha de sapê ou na redação, o amor é essencial. Mais ainda quando a alma gêmea divide não apenas o travesseiro como também a paixão pela profissão. A repórter Mariana Wirtzbiki conversou com alguns jornalistas que descobriram a sua cara-metade em um colega.

O pesquisador Roberto Heloani em seu livro "Mudanças no mundo do trabalho e impacto na qualidade de vida do jornalista" abordou diversos aspectos da realidade dos profissionais de imprensa. Alguns dos dados descobertos e analisados já são bem (e como!) familiares.

O livro de Heloani mostra que os jornalistas admitem estar cada vez mais “descartáveis” e encaram como normal o encolhimento salarial. Até aí, nada novo. Contudo, um ponto específico desta pesquisa cai como uma luva para esta matéria: a vida pessoal dos jornalistas.

Heloani ressalta na obra que “todos os sujeitos, sem exceção, reclamam da falta de tempo para seus familiares”. O jornalista de hoje considera muito difícil conciliar família e trabalho. Na maioria dos casos, a ausência de horários fixos impossibilita os profissionais de terem uma rotina com filhos ou amigos.

E se o profissional da mídia encontrasse alguém com uma jornada tão parecida com a sua? E se o jornalista não tivesse que conciliar e, sim, agrupar o particular com o profissional? Não seria perfeito?


Seria e é para Lilian Witte Fibe. Ela encontrou sua cara-metade, seu ombro amigo, seu companheiro, já em seu primeiro trabalho, na Folha de S. Paulo. “Eu tinha 19 anos e nem sonhava em namorá-lo”. Ele é Alexandre Gambirasio, marido de Lilian há 27 anos.

Os filhos de Lílian e Alexandre eram adolescentes quando ela assumiu a bancada do Jornal Nacional e foi transferida para o Rio de Janeiro. O marido ficou em São Paulo. “Meu casamento não teria resistido e nem médico teria entendido”. O trabalho é compartilhado dentro e fora de casa, sem problemas. Não é à toa que um dos filhos do casal também seguiu a profissão dos pais.

Quando Lílian começou, Gambirasio já era um dos grandes nomes do jornalismo nacional, ao lado, por exemplo, de Cláudio Abramo. Isso, para ela, foi fundamental em termos de carreira. “Ele tem muita ascendência profissional sobre mim. Quando eu estou desesperada, aflita, com negociação de contrato, ou com qualquer outra coisa, ele é meu chão, meu anti-estresse”.

Nada como ter em casa alguém experiente para corrigir e aconselhar não só nos problemas familiares. “Profissionalmente, ele é meu ombudsman”.

Raimundo e Elda Borges também se apaixonaram entre uma pauta e outra. Quando se conheceram, o casal trabalhava junto na redação do jornal Imparcial, no Maranhão. “Na verdade, engatamos o namoro num chope após o expediente”, conta Raimundo.

As afinidades são tantas que os 13 anos de diferença de idade nunca incomodaram os dois, que já somam 22 anos de união. “A gente se liga até na hora do trabalho. Nossa vida continua sendo um namoro permanente”. Ele é, hoje, diretor de redação do Imparcial. Elda deixou o jornal no qual conheceu o marido e, agora, é apresentadora e coordenadora de jornalismo da TVE Maranhão.

Raimundo já tinha sido casado antes de conhecer Elda. “Não tem coisa melhor do que trabalhar na mesma profissão. A gente divide opiniões de trabalho, aponta as falhas um do outro”.

São tantas as histórias de relacionamentos entre jornalistas que ficou difícil “triar” tantos depoimentos. O casal Gustavo Rotstein e Ana Carolina Borges, por exemplo, contou ao Comunique-se que se conheceu e começou a namorar dentro da redação do Jornal dos Sports. “Quando estava de folga e ela não, ia para o estádio mesmo assim só para ficar com ela”, relata Gustavo.

E lembram-se do ditado muito usado por casais enamorados: “O que é meu é seu”? A produtora da TV Record Mylena Perón e o repórter do Extra Marcelo Dias encontraram um jeito de seguir o dito ao pé da letra. “Temos uma agenda de contatos em comum na internet. Isso ajuda muito nas nossas pautas”, conta ela. Os dois agora vão dividir outras coisas, entre elas, o mesmo teto, já que estão noivos e de casamento marcado.

Felizmente, nenhum dos nossos casais relatou dificuldades, empecilhos ou proibições da empresa. “Todo mundo no jornal sabe que a gente namora”, contou Gustavo.


E os causos de jornalistas apaixonados pela profissão, em todos os sentidos, não acabam aí. Não que não exista amor fora do jornalismo. Existe. Só que, segundo os casais entrevistados nesta matéria, é muito mais gostoso quando fica tudo em família.

Para ler e comentar a matéria no Comunique-se,
clique aqui.

Terça-feira, Setembro 5

É isso...

...Sem tempo, MESMO!
Fico arrasa em abandonar esse "espaço" tão meu!

Acho que depois que o Prêmio Comunique-se passar...as coisas se acalmam!

Hunft!

Sexta-feira, Agosto 11

A Globo não consegue mais matar ninguém em novela

Lista recente de matados não morridos:
Bia Falcão
Omar Pasquim
Serena
Nanda

E quem devia voltar, não volta!
Quero Lalinha ressuscitada!

Quinta-feira, Agosto 3

I wish I was a punk rocker with flowers in my hair

by Sandi Thom


I wish I was a punk rocker with flowers in my hair
In 77 and 69 revolution was in the air
I was born too late and to a world that doesn't care
Oh, I wish I was a punk rocker with flowers in my hair

When the head of state didn't play guitar,
Not everybody drove a car,
When music really mattered and when radio was king,
When accountants didn't have control
And the media couldn't buy your soul
And computers were still scary and we didn´t know everything

When popstars still remained a myth
And ignorance could still be bliss
And when God Saved the Queen she turned a whiter shade of pale
When my mom and dad were in their teens and anarchy was still a dream
and the only way to stay in touch was a letter in the mail

When record shops were on top
and vinyl was all that they stocked
and the super info highway was still drifting out in space
kids were wearing hand me downs, and playing games meant kick arounds
and footballers still had long hair and dirt across their face

Oh I wish I was a punk rocker with flowers in my hair
In 77 and 69 revolution was in the air
I was born too late and to a world that doesn't care
Oh, I wish I was a punk rocker with flowers in my hair

Diz se não é minha cara?

Segunda-feira, Julho 3

Voltamos para casa!!

É! Viramos fregueses dos franceses: 86, 98 e 2006!
Rir é sempre o melhor remédio!

Vamos as melhores frases sobre a Copa!

- - - - -
De Eisntein para Parreira
"Insanidade é fazer sempre a mesma coisa várias e várias vezes esperando obter um resultado diferente."
(Juca Kfouri)

- - - - -

Deus me livre
O pesadelo de Maradona ganhou dramaticidade jamais imaginada pelo publicitário que criou a campanha do guaraná Antártica. Sabe lá o que é dormir eliminado com a camisa da Argentina e acordar na mesma situação vestindo a amarelinha?!

Leitura labial
Os leitores vão me perdoar, todo mundo sabe que não sou de falar palavrão, mas ‘puta que o pariu’ tem 13 letras. Como é que o Zagallo não pensou nisso antes?

Sem fim
Quebrou a cara quem pensava que o governo Lula fosse o fundo do poço. A Seleção do Parreira mostrou que o buraco é sempre um pouco mais embaixo.
(Tutty Vasquez)

- - - - -

Disse Parreira: "Zidane foi bem marcado." Por quem mesmo?

"A equipe jogou muito pouco antes, só fez um amistoso." Quem mandou?

"Todos se empenharam." Só se foi em não jogar.

Disse Ronaldo: "Demos o máximo de nossas possibilidades. Em nenhum momento faltou atitude. Lutamos o tempo todo". Acho que ele participou de outro jogo.

O único sincero foi Kaká: "O que falar? Desculpe. Não foi a verdadeira seleção brasileira."

Voltei a ver uma Copa de tanto que falaram no Ronaldinho Gaúcho. Nunca o tinha visto jogar. E continuo sem ver.
(Mauro Ventura)

- - - - -

"O Brasil é a pátria de chuteiras" (Nelson Rodrigues). Parodiando Mestre Nelson: "O Brasil é a pátria de chuteiras... da Nike".
(Luiz Antônio Gravatá)

- - - - -

"Estou com um mau pressentimento"
Pelé, o Rei, sempre.

"O Zidane não vai ter marcação especial"
Carlos Alberto Parreira, que assistiu impassível a Zidane jogar como um monstro, com beleza, liberdade e inteligência, um cérebro poderoso.

"A História não registra os que jogam bonito, mas os vencedores"
Parreira, cuja seleção jogou feio como nunca, e perdeu, feio como nunca. Parreira entra na História, portanto, como técnico campeão de 1994 com empate em 0x0 e derrotado nas quartas com os melhores jogadores do mundo em seu plantel.

"O Brasil precisa dar um salto de qualidade, senão não passa para a outra fase."
Parreira, ontem. Falou e disse, professor!

"Estamos orgulhosos de nosso sacrifício"
Ronaldo o fenômeno após o jogo, após ter-se, de fato, sacrificado, não comendo feito um alucinado, dormindo em colchão normal, treinando, jogando. Tanto sacrifício por nada!

"Estamos tristes mas daqui a pouco estaremos felizes de novo"
Ronaldo após o jogo, referindo-se, provavelmente, às férias milionárias que vai curtir agora. Dizem que sua expressão era tranquila, de uma derrota como outra qualquer, tipo campeonato carioca.

"Eu tenho uma certa História.
Roberto Carlos, como justificativa para ser continuamente escalado.

"Tenho uma estatística pessoal e não há por que eu não jogar e bater mais este recorde"
Cafu, como justificativa para ser continuamente escalado, muito mais preocupado com recordes pessoais que com a seleção.

"O Cafu está voando baixo"
Frase de alguém ainda em Wegis, durante os treinamentos.

"Achei que a gente ia marcar um gol a qualquer momento"
Cafu, após Brasil e França. Sem comentários.

"Ninguém aí está preocupado com porra (sic) nenhuma. Só com as férias e os contratos renovados. Eles perdem assim e acham normal, coisa do dia-a-dia."
Gérson Canhotinha, em comentário na Rádio Globo

"Pro Zagallo: Brasil Amarela tem 13 letras"

Frase enviada agora por Ramos>Soares num desses undisclosed recipients da vida.

(Arnaldo Bloch)

- - - - -

Vou adicionando as pérolas mais que aparecerem!!

Quarta-feira, Maio 24

Epifania

Momento de tristeza e revelação.

Brasil não ganha a Copa.

Pessimismo??? Não!!!! Juca Kfouri. Ele é o responsável.

Ontem eu o entrevistei sobre a profissão: jornalista esportivo. Já no finalzinho, como última pergunta, só a título de curiosidade...

Eu:
- "Não podia deixar de perguntar da Copa. O Brasil traz o hexa?"
Ele:
- "ACHO QUE OS EUROPEUS NÃO VÃO DEIXAR.
OU ALGUÉM ACREDITA MESMO QUE NÃO HAJA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO FUTEBOL?
SE ACREDITA, ME EXPLIQUE, POR FAVOR: O QUE HOUVE NA ALEMANHA EM 2004, NO BRASIL NO ANO PASSADO E ESTÁ ACONTECENDO NESTE MOMENTO NA ITÁLIA?
E SÃO 'SÓ', AS TRÊS MAIORES POTÊNCIAS DO FUTEBOL NO RANKING DAS COPAS DO MUNDO."


Mais um momento de reflexão.
Qual foi o único país que ganhou uma copa realizada na Europa?
BRASIL!!!!
Ou seja, ainda há esperanças????
NÃO! SEM ESPERANÇAS!
Sabe quando foi isso?
1958

Terça-feira, Maio 16

I need...

...time...
...time...
...time...

Alguém para o relógio pra mim, please!

Quinta-feira, Abril 13

Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim????


Numa disputa interna (Comunique-se Rio x São Paulo) de "Quem ganhou o maior ovo", assumo a apelação! Nós, do Rio, numa montagem tosca, saímos vitoriosos com esse falso Ferreiro Rocher tamanho mega (precisava dizer que era falso???)!!!!!

É muita disposição, viu!!! Os sete segurando o nada e fazendo cara de feliz!!!!
Só rindo mesmo!!!!


Foto e Arte: Guilherme Lyra
Feliz Páscoa!!

Terça-feira, Abril 11

Dez coisas que levei anos para aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção. Nunca falha).

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!!!

"Há várias maneiras de ser entendido: ser claro é uma delas."

Luís Fernando Veríssimo

Terça-feira, Abril 4

Eu e meus sisos

Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade. Popularmente conhecido como dente do juízo, os sisos que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados causam apinhamento e outros problemas como dores locais, na região da face, nuca e cabeça.

Vamos ao meu check list:
Dores locais - ok!
Dores na região da face – ok!
Dores na nuca – ok!
Dores de cabeça – ok ok ok ok ok ok ok!

Eu que não queria o juízo nascendo. Pra que juízo??? Eu quero é não te-lo! A verdade é que pesquisando um pouco mais sobre este “querido” dente, descobri que o siso não é só o dente do juízo, como também o da seriedade (de onde você acha que vem a palavra sisudo?).

De qualquer forma, o juízo foi feito pra perder mesmo, concorda? Então arranquei o causador de uma semana de dores de cabeça enlouquecedoras. Não vou dizer que foi fácil. Tudo que envolve as palavras cirurgia, corte, ponto, sangue arrepiam até a alma desta que vos fala. Mas, arranquei !!!
Três quartos do meu juízo já eram!!

Terça-feira, Março 7

Distração de colunista de A Gazeta (SC) constrange direção do diário

Notícia retirada do Comunique-se

Uma distração no jornal A Gazeta, numa coluna social da edição do dia 06/02 passado, provocou um constrangimento e tanto para a direção do diário de São Bento do Sul (SC). Uma informação repassada pelo colunista Guilherme Ferreira à diagramação pedindo apenas a foto de uma mulher idosa, conhecida como Dona Laura, sem sua vizinha na imagem, escapou e provocou, com muita certeza, gargalhadas e indignação dos leitores: “colocar só a veia”.

No dia seguinte, no mesmo espaço foi publicado um “Erramos”, pedindo desculpas à Dona Laura pelo erro.O editor-chefe de A Gazeta, César Celeske, disse ao Comunique-se que não houve revisão no texto porque este foi escrito num fim de semana, mas especificamente num domingo – dia 05/02, quando há esquema de plantão. “O jornal já pediu desculpas, o jornalista conversou com ela (Dona Laura) e já está tudo resolvido”, disse Celeske.
A imagem aqui publicada está circulando pela Internet e serve como um alerta aos veículos e profissionais que precisam lutar contra o tempo para cumprir o prazo estabelecido pelo fechamento.

ACONTECE?

Segunda-feira, Fevereiro 20

EU VOU !!!